TSE reforça arsenal tecnológico no combate à desinformação durante segundo turno das eleições 2026

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24 de outubro de 2026
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Presidente do Tribunal Eleitoral destaca eficácia de ferramentas digitais e apoio institucional

Em entrevista coletiva concedida neste domingo (25), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, apresentou um balanço das ações tecnológicas implementadas para garantir a integridade do segundo turno das eleições 2026. A autoridade eleitoral enfatizou o papel estratégico de instrumentos como a urna eletrônica, o aplicativo e-título e o assistente virtual ChatVote, este último estreando em dia de votação com resultados considerados positivos.

Visita dos chefes do Legislativo fortalece pacto democrático

O ministro classificou como “ato institucional de relevante grandeza” a presença dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, nas dependências do TSE no dia da eleição. Segundo Nunes Marques, a visita presencial demonstra reconhecimento ao trabalho da Justiça Eleitoral e reforça a estabilidade institucional.

Intensificação no combate às notícias falsas

Diante do aumento da circulação de conteúdos enganosos no segundo turno, a Corte Eleitoral ampliou a atuação nas salas de monitoramento digital. As equipes foram reforçadas com foco específico em desinformação sobre a segurança do voto eletrônico. Paralelamente, o diálogo com as grandes plataformas digitais foi intensificado para remoção ágil de materiais nocivos ao processo democrático.

Logística inclusiva e segurança nos locais de votação

A Justiça Eleitoral manteve operações especiais de transporte para garantir o acesso ao voto de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, comunidades quilombolas e povos originários. Em relação à segurança pública, o ministro relatou que as forças policiais atuam de forma coordenada com a Justiça Eleitoral, registrando baixo índice de ocorrências até o momento.

Judicialização pós-eleição faz parte da cultura jurídica brasileira

Questionado sobre eventuais contestações aos resultados, Nunes Marques afirmou que a judicialização é uma tradição do sistema eleitoral brasileiro. “As demandas que vierem ao tribunal, todas terão as respectivas respostas nos seus respectivos autos”, declarou. O ministro finalizou reforçando que a prioridade absoluta permanece a entrega de uma eleição segura, pacífica e transparente.

Perguntas Frequentes

Quais ferramentas tecnológicas o TSE utilizou no combate à desinformação nas eleições 2026?

O TSE utilizou a urna eletrônica, o aplicativo e-título e o assistente virtual ChatVote no WhatsApp, este último estreando em dia de eleição com resultados considerados eficazes na orientação ao eleitor.

Qual foi a importância da visita dos presidentes da Câmara e do Senado ao TSE no dia da eleição?

O ministro Kássio Nunes Marques classificou a visita de Hugo Motta e Davi Alcolumbre como ‘ato institucional de relevante grandeza’, demonstrando apoio e reconhecimento ao trabalho da Justiça Eleitoral.

Como o TSE lidou com o aumento de desinformação no segundo turno?

A Corte intensificou o monitoramento nas salas digitais, reforçou as equipes com foco em segurança do voto eletrônico e ampliou o diálogo com plataformas digitais para remoção ágil de conteúdos falsos.

Quais grupos receberam atenção especial no transporte para votação?

Pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, comunidades quilombolas e povos originários foram contemplados com operações especiais de transporte para garantir acesso ao voto.

O que o presidente do TSE disse sobre eventuais questionamentos judiciais ao resultado?

Nunes Marques afirmou que a judicialização faz parte da cultura jurídica brasileira e que todas as demandas receberão respostas nos respectivos autos processuais, mantendo o foco na entrega de uma eleição segura e transparente.